9 de jul. de 2007

Sou escrava do tempo, vivo em função dele, sem nada receber em troca. Nada além de rugas, decepções e feridas. Doce amarga loucura, a vida. Viver: nascer, crescer, reproduzir, morrer; é só nisso que se resume a vida?
Grande invenção essa, a vida. Nos leva ao ápice, nos limita, nos corrompe e nos destrói. Onde está a liberdade? Onde estão os sorrisos, as alegrias, a coragem da juventude?
Ah, esqueci-me: sou escrava do tempo. Sou escrava do meu tempo.

3 comentários:

Will Sartori disse...

Leticiaaa!!!
Adorei suas poesiassss!!!
Adorei essa do tempo!!
Em sua homenagem vou postar um que eu fiz tbm sobre o tempo no meu próximo post... ^^
BjO lindaaa!!
FUIz

Leonardo Ribeiro disse...

escreve muito, hein. :D

bj!

Leonardo Ribeiro disse...

desculpe demorar para responder o comentario. é que as ferias estao me matando. [porra nenhuma. hahahah]

vila velha?! uau! mundo pequeno, hein.

tomaê: cefaleia-@hotmail.com