26 de out. de 2007

A espera não é necessária.

A noite está por vir,
sinto o frio,
o cessar das pulsações.
A cada minuto
o caminho se torna mais longo;
A luz se propaga
oposta a minha face;
Em cada respiração
perco mais da minha essência.
As estrelas estão sobre mim,
o silêncio começa a
urrar em meus ouvidos.
Essa espera mata-me;
A cada momento
me desprendo mais
de minha vã existência.

2 comentários:

oi disse...

=************
S2

Felipe Pires Kalyma disse...

Que lindo, xet. Nelson passou por aqui!
=*****
Xetuda poética!