10 de mar. de 2008

Confesso que acordei achando tudo indiferente, verdade acabei achando cada dia igual...

Confesso que, muitas vezes, no calar da noite, as lágrimas rolam. Ora, mas que ser humano com um mínimo de sensibilidade não derrama algumas lágrimas as vezes?
De felicidade, de tristeza, de incerteza, de saudade...
Ah! A saudade...aquela que tanto bate a porta do meu coração. Aquela que guardo desde que me entendo por gente. Aquela, que eu tanto quis me livrar, mas que percebi que é apenas uma lanterna para minhas lembranças.
Não quero jamais me desfazer dessa saudade, ela me traz a memória o que a vida me deixou. Me traz a felicidade de saber que nada foi em vão e que tudo serviu apenas para meu cresimento. Me mostra que eu jamais seria quem sou, se eu não tivesse um passado como o que tive.
Ela que, por vezes, me traz tanta tristeza e também tanta felicidade. Ela me lembra dos que já se foram ou se afastaram e dos que estão sempre por perto cuidando para que eu continue no palco da vida. Ela que me diz que eu não devo cometer aquele mesmo erro de antes e me ensina que o futuro só depende das minhas escolhas. Ela que me ensinou que não basta só sonhar e sim, fazer valer a pena.
Dela, jamais quero me desfazer, pois por ela, a vida me trouxe você.

2 comentários:

oi disse...

muito bom minha linda, devo repetir suas palavras e dizer que atraves da saudade tbm encontrei vc. A saudade de sorrir, compartilhar, amar, ela sempre aparece quando fico longe de voce. te amo demais

Felipe Pires Kalyma disse...

"mas que percebi que é apenas uma lanterna para minhas lembranças". (amei isso, xet line!)

Ps: Gostei do que o Bruno escreveu nesse post.
Ps2: Amei a tua foto de entrada do blog, a lá de cima, do texto de apresentação. Ficou muito boa!

;*

te adoro!