18 de fev. de 2012

Me dê a mão...

E quando se está dividido? Falam tanto sobre o amor, o verdadeiro amor, que perdura e não te deixa, mas algumas vezes acabo por pensar que mesmo tão bom, tão aconchegante, seja banal. Me pego longe de casa, conhecidos, família e de amor, e não tenho medo de dizer que me sinto bem. Renovada. Fresca. Feliz. Sempre falo pra um grande amigo meu que toda dor, todo sofrimento por não ter (ou não ter mais) um amor passa. E não é que é verdade? Saudade, falta, são sentimentos mais que normais, mas eles não estão presentes 24 horas por dia. Aquele sentimento forte (pra alguns, desespero) vem no máximo uma vez por semana... Talvez eu esteja errada, mas como felicidade é empírica e depende de quem a sente, posso afirmar que estou feliz e sou também. Não que eu esteja preparada para toda e qualquer situação, mas a sensação de aprendizado e sucesso em suas tentativas são refrescantes. Queria eu poder ter férias do meu mundo sempre que eu quisesse.

Nenhum comentário: