25 de jun. de 2007

Oh duro e curto tempo,
que nos leva a beleza,
a destreza, a glória,
o fôlego e a vida,
deixe-me viver inteira,
intensa e inéditamente.
Confiar no que não
me é confiado,
deixe-me ser amada
e até odiada,
faça-me rosa flor:
bela, amada, afiada,
talvez até odiada...
Faça-me ver o que
não há de ser visto
por simples mortais,
dê-me calor, dê-me vida,
dê-me alegria,
só não faça dos meus
dias, uma eterna agonia.

Um comentário:

Leonardo Ribeiro disse...

bonito poema. (: